terça-feira, 31 de maio de 2011
Assembleia da República Ramalde com as Crianças
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Feira da Saúde - Visita das nossas turmas

A feira tem o seguinte horário de funcionamento: dias 26 e 27 de Maio, das 10h às 19h00 e no dia 28 das 10h00 às 13h00.
Os visitantes terão à sua disposição rastreios de Hipertensão arterial; Diabetes Mellitus; Colesterol; Dados Antropométricos; Visual; Auditivo; Podologia; Saúde Oral e HIV/SIDA
Serão também efectuadas sessões de educação para a saúde, nas seguintes áreas temáticas: Cuidados com o Sol; Alimentação Saudável; Exercício Físico; Educação para os Afectos; Educação Ambiental, Escola Segura, Primeiros Socorros e SBV.
sexta-feira, 20 de maio de 2011
As Histórias Aconchegam-nos - Sarau de Leitura
segunda-feira, 16 de maio de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Périplo pelo Porto de Garrett
rtuguês, esta visita serviu para rentabilizar a tarde de forma lúdica, mas, simultâneamente, pedagógica. Em primeiro lugar, visitámos a rua onde nasceu o autor e vimos a Igreja das Taipas, onde se efectuou a contagem das vítimas do desastre da Ponte das Barcas. Seguidamente, fomos ver as estátuas equestre de D Pedro IV, o liberal, que conduziu as lutas contras o Miguelistas, e a comemorativa do centenário da morte de Almeida Garrett, em frente à câmara do Porto. Depois rumamos à Sé, sem antes passar pela Estação de São Bento, situada na Praça Almeida Garrett, local onde existiu um convento de Freiras Beneditinas, segundo nos informou o professor Paulo. Chegados à Sé, conhecemos Vímara Peres, que estendeu as fronteiras do Condado Portucalense até ao Douro e tomou a cidade do Porto, o edifício da antiga Câmara Municipal e a estátua do Porto. Ainda na Sé, soubemos que a Igreja do Grilos serviu de quartel às tropas liberais, das quais fazia parte Garrett, e
que foi o lugar onde encontraram o manuscrito de "O arco de Sant´ana", romance do autor. Fomos conhecer as inúmeras riquezas da Sé e conhecer os seus claustros. Por fim, fomos visitar a Igreja de Santo Ildefonso, onde foi baptizado o autor de "Viagens na Minha Terra". Agora sentimos que conhecemos a pessoa de Garrett pelo contacto que vivemos com a sua realidade.quinta-feira, 5 de maio de 2011
Texto Criativo
A chuva de Safiras
Numa bela e harmoniosa manhã de Maio, o coelho Rodrigo saiu da toca e ouviu a gralha Diogo a dizer que, na noite anterior, acontecera algo estrondoso… havia caído um forte aguaceiro cujas gotas eram enormes safiras. O Rodrigo, espantado, fez-se corajoso e decidiu embarcar numa arriscada busca ao tesouro. Chamou os seus amigos Ricardo, o javali, e o cavalo Gonçalo para o acompanhar nesta demanda ao local onde supostamente chovera safiras.
Partiram felizes e, sem saber, cruzaram o Vale da Bruma, que era assombrado por um pirata sem olho e sem nome. Este, que andava a vaguear pela campos verdes do seu território, ao contemplar três desconhecidos, perguntou:
- Quem ousa entrar nos meus domínios?
- Somos três amigos inofensivos para ti. Uma gralha nossa conhecida alertou-nos para a existência de aguaceiros neste vale cujas gotas são safiras de um azul nunca visto. Viemos confirmar. – Adiantou-se o Gonçalo e, nesse momento, o pirata sem olho e sem nome desatou numa choradeira sem fim, lamentando:
- Não é chuva. Nem sequer são aguaceiros. São as lágrimas que caem deste único olho que me resta. São a saudade dos velhos tempos e da minha tripulação. Sinto-me só… desamparado…”
Os animais comoveram-se com o relato daquele antigo lobo-do-mar e conferenciaram entre si. Passados alguns minutos tinha chegado já a um acordo. O coelho Rodrigo tinha sido eleito o porta-voz e anunciou ao pirata:
- Vamos acabar com esse teu sofrimento desnecessário. Decidimos que, a partir deste exacto momento, será o quarto elemento do grupo de amigos inseparáveis que somos. Afinal de contas, de que vale chorar pedras preciosas quando não temos amigos por perto, que são o tesouro maior que alguém pode almejar?
O cavalo Gonçalo continuou:
- Então está decidido. Considera-nos, bom amigo, a tua nova tripulação e partamos para aventuras rumo ao desconhecido. Temos pena, mas não podemos ser marujos, mas, em compensação, seremos famosos exploradores, e, quem sabe, não descubramos segredos que o resto do mundo desconhece.”
O pirata sem olho e sem nome esboçou um sorriso cheio de franqueza e do seu pequeno olho brotaram três radiosas safiras, as quais distribuiu pelos seus novos amigos, como prova do reconhecimento da nobreza de atitude destes. Os três animais ficaram atónitos com a beleza das safiras, mas garantiram ao pirata que não há no mundo tesouro mais valioso de que uma verdadeira amizade.
Paulo Ribeiro e 3ºA da EB1/JI das Cruzes
terça-feira, 3 de maio de 2011
Leonor. Texto criado pela turma do 3ºA da EB1/JI do Viso para a Associação Ajudaris
A Leonor era órfã e uma menina intranquila, curiosa e com uma enorme vontade de decifrar palavras que via escritas nas paredes desbotadas a ruir, duma aldeia perdida no interior Africano. Em muitos momentos fixava o olhar perdido na imensidão do tudo e do nada.Num desses momentos, o missionário António, que vivia tentando amenizar a sofreguidão de quem aspira a uma migalha e a um copo de água potável, olhou Leonor e comentou:
- Os teus olhos viajam na tempestade do mar imenso que faz a ponte entre a terra do teu desconhecimento e a água que sacia a tua sede de saber. Não quero morrer sem estender a minha mão e guiar-te ao mundo onde os teus sonhos se transformam em realidade, ainda que pequenas realidades.
Leonor olhou-o como se percebesse o que ele dizia e esboçou um sorriso tímido e esperançoso. António passeava noite dentro no seu quarto… de cá para lá, de lá para cá, até que:
- Vou descansar. Penso que encontrei uma solução.
Ainda o Sol não tinha raiado a savana Africana, já António se dirigia ao Capacetes Azuis, que o puseram em contacto com Portugal. Em poucas semanas, Leonor apanhava um avião e uma família de acolhimento esperava-a no Aeroporto Francisco Sá-Carneiro.
Ei-la a frequentar a escola EB1/JI do Viso, onde foi recebida de coração aberto por toda a gente. Hoje, na nossa escola, na hora do recreio, vemo-la na Biblioteca a ler com avidez os livros que aí estão expostos.
Leonor aspira à igualdade entre todos os seres humanos e sonha presidir a uma qualquer associação de carácter humanitário para que as crianças de todo o mundo não necessitem do missionário António para exercerem os seus direitos.
Livro e Leitor do mês de Abril
quinta-feira, 28 de abril de 2011
Recriação da Obra Ynari 3ºA da Escola das Cruzes

domingo, 10 de abril de 2011
Terminámos esta sexta-feira o segundo período letivo. Foi bastante longo e exigente e aproveitámos o último dia para relaxar e descontrair. No nosso projeto de semana dedicadas ao afetos, a última era a da partilha, e por esse motivo cada turma partilhou com o resto da escola algum trabalho desenvolvido durante o período. O jardim apresentou uma dança palaciana, os 2ºA e 4ºA danças contadas alusivas à Páscoa e o 3ºs anos poemas recriados de Almeida Garrett. Depois, para terminar, os professores AEC fizeram um atelier onde partilhavam com os encarregados de educação dos alunos as atividades desenvolvidas no quotidiano das suas aulas.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Livro e Leitor do mês de Março
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Reunião Preparatória V Sessão do Ramalde com as Crianças
quarta-feira, 30 de março de 2011
Comenius na EB1/JI do Viso
sexta-feira, 25 de março de 2011
Semana da Poesia, Floresta, Água e Energia





Terminou hoje a comemoração da semana da Poesia na nossa Escola. Tivemos desde segunda-feira uma série de actividades consagradas à Floresta, à poesia, à água e à energia. Criámos poemas, plantámos árvores, tivemos sessões solenes de poesia, horas do conto e elaboração de um marcador de livro poético, a oficina “Poemagem” e a exibição dos diaporamas “A Grande Viagem” e “Djuku”. Fica uma nota especial para a equipa BE, para o Animador e para os Professores.

